quarta-feira, 10 de outubro de 2012

ERMESINDE


O Cinema de Ermesinde foi construído há mais de quarenta e cinco anos, encontra-se actualmente ao abandono. O prédio não é propriedade pública e o seu dono pede muito dinheiro por ele, assim, é difícil a sua recuperação.
Longe vai o tempo de grandes sessões de cinema com plateias cheias. Ficamos à espera que a Junta faça algo, mas é difícil nos tempos “maus” que atravessamos.

A Fábrica Têxtil de Sá, na Rua de Sá, foi Mandada construir por Manuel Pinto de Azevedo e Amadeu Vilar. Disponibilizava uma série de benefícios aos trabalhadores como refeitório, cooperativa, entre outros. As grandes naves terminam em fachadas de volumetrias geométricas, hoje muito arruinadas.





O CASTELO

O “Castelo” situa-se no ponto de intersecção da Rua do Calvário com a Rua dos Moinhos. Construção em pedra aparelhada e em termos de arquitectura é constituída, a nível do 1º andar, por duas guaritas avançadas de sentinela, pátio superior em granito, frestas para iluminação interior e rematada por ameias a toda a volta. Voltada a norte vê-se, ainda, uma inscrição com data da construção: — 1915, e com as letras M.V. referentes ao primitivo proprietário, cuja família era genericamente conhecida por Marques de Sousa. Num dos ângulos da fachada, virada a sul, foi incrustado um relógio de sol. Em 1972 este pequeno monumento passou para a posse dos actuais donos, que continuam a preserva-lo, para enriquecimento do património da arte popular da nossa cidade. 


A PONTE DO ESPANHOL
   
Muitos recordarão também aquela típica ponte, a “Ponte do Espanhol”, assim chamada por ligar, sobre a Rua Miguel Bombarda, as duas quintas desse homem radicado em Ermesinde. Era um gracioso monumento de arte popular que constituiu um verdadeiro “ex-libris” da região de Entrelinhas, ali quase junto à linha do Douro, onde a Rua Miguel Bombarda agora está cortada.